sincronicidades fnordicas


Precisamos aprender a arte de fazer com que coisas altamente improváveis passem a ter grande probabilidade de acontecer. A arte da criação de pontos de singularidades.
Precisamos aprender a arte de fazer com que coisas altamente improváveis passem a ter grande probabilidade de acontecer. A arte da criação de pontos de singularidades. O fato de eu estar em vários locais ao mesmo tempo pode me tornar um bom instrumento para se brincar com a sincronicidade. Sim! Timóteo Pinto pode ser o Grande Atrator nos sistemas caóticos que gostamos tanto de brincar.
Parando um pouco de viajar e começando a pensar, que tal bolarmos alguma brincadeira sincrônica. Vamos, cada um dos Timóteo Pinto deixar marcas de nossa passagem por nossas cidades. A probabilidade de outro Timoteo Pinto notar os sinais que ele mesmo fez com outro corpo é mínima. E é justamente com isso que pretendemos brincar.

Vamos estar atento aos sinais, procurando-os e criando-os. Até o dia em que a probabilidade de Timoteo Pinto cruzar com Timóteo Pinto súbitamente aflora. a Rede Sincrônica começa a ser tensionada até que o fenônemo ocorre e um novo padrão é formado.

Na verdade o Estranho Atrator chamado Timóteo Pinto antes disso, já estava sendo Ele o Estranho Atrator entre as miríades de singularidades potenciais. Eu sou Timóteo Pinto, o catalizador de sincronicidades.

Sincronicidade

Uma amiga telefona na hora em que pensamos nela. Recebemos um folheto na rua contendo justamente a informação que procurávamos. Abrimos um livro e lá está a página com as palavras que buscávamos. Quem já não foi surpreendido por uma dessas coincidências mágicas? Longe de ser um mero devaneio, o fenômeno existe, chama-se sincronicidade e a cada vez que se manifesta confirma a reconfortante sensação de que nada na vida acontece por acaso.

Difícil aceitar algo que desafia a compreensão, não é? Muitos filósofos debruçaram-se sobre a questão no esforço de entendê-la, mas as primeiras respostas só surgiram na década de 1920, quando o psiquiatra suíço Carl Gustav Jung (1875-1961) reuniu pesquisas que demonstravam o fenômeno.

O caso de sincronicidade que mais intrigou Jung foi o do escaravelho de ouro. Uma paciente contava que havia sonhado com essa jóia rara quando, de repente, ouviu-se um barulho na janela. Jung interrompeu a sessão e foi ver o que era. Voltou com um besouro-rosa nas mãos e mostrou-o à mulher, que ficou impressionada com a semelhança entre o inseto e o escaravelho de seu sonho.

O que acontece dentro de nós tem estrita relação com o que ocorre fora. Mera coincidência? Não para Jung, que viu aí um significado importante: achava que o excesso de racionalismo da paciente impedia a evolução da terapia, e a coincidência teria sido um sinal – interior e exterior – de que ela deveria se abrir para novas possibilidades. O curioso – e que reforça a tese do psiquiatra – é que na linguagem simbólica escaravelho significa transformação.

Sincronicidade quer dizer coincidência significativa, ou seja, dois ou mais eventos que ocorrem ao mesmo tempo e não guardam entre si uma relação de causa, mas de significado. Movimentos sincrônicos acontecem sem aviso ou planejamento. Um exemplo? Se você escreve a um amigo e ele responde, confirma-se o princípio de causa e efeito, segundo o qual um fenômeno se dá em decorrência de outro. Mas se você pensa na pessoa e recebe uma carta dela, e isso desperta algo importante, trata-se de uma sincronicidade, pois os fatos mantêm uma ligação significativa e não causal.

Sete dicas para atrair as sincronicidades

  1. A primeira dica é a mais importante, se você esquecer de todas as outras, pelo menos se lembrem dessa: “meu corpo é um campo de possibilidades infinitas que conecta tudo o mais.”
  2. Diante de qualquer coincidência em sua vida, nunca pergunte “por que?”, mude sua pergunta para “para que?”. Desse modo estarás evitando o vício da causalidade (o que causou isso?) para a casualidade (o que esse acaso pode significar?). Mesmo que você não encontre um sentido claro na coincidência, invente um motivo. E mais: celebre esse motivo.
  3. Evite chamar os eventos de coincidência, chame-os de sincronicidade. Somos limitados pela linguagem. Não custa nada ampliá-la ou, no mínimo, dar a ela um colorido diferente.
  4. Experimente novos trajetos, converse com desconhecidos, visite lugares novos. O “sentido sincronizador” fica mais apurado quando nos distanciamos dos hábitos diários, mecânicos e repetitivos, pois passamos a utilizar mais o instinto e a intuição para nos orientar.
  5. Deixe-se surpreender. Quando paramos de tentar controlar tudo e deixamos que a ordem surja do caos aparente, as sincronicidades se manifestam com mais intensidade. Uma pixação estranha ou um adesivo colado num lugar inusutado podem revelar mensagens importantes.
  6. Por último uma dica que pode soar meio hippie e realmente soa meio hippie: Explore o I Ching. O respeitado oráculo chinês foi visto por Jung como uma prova da existência da sincronicidade, pois a pergunta de quem consulta (manifestação psíquica interna) coincide com a resposta oferecida pelo jogo (manifestação física externa). A melhor tradução do oráculo para o Ocidente está no I Ching – O Livro das Mutações, de Richard Wilhelm (ed. Pensamento).
  7. Fique alerta para a Conspirações das Improbabilidades. Tudo o que de mais improvável aconteça pode ser uma sincronicidade. Divirta-se inventando significados para coisas improváveis que aconteçam ao seu redor, mesmo que elas nada tem a ver contigo. Essa é uma atitude que atrai sincronicidade.

Siga essas dicas e se divirta bastante. Lembre-se sempre disso: divirta-se, não leve nada muito a sério, pois posso te assegurar, quando as sincronicidades começarem a aparecer com uma certa frequencia as pessoas costumam se assustar.

Não se assuste, somos eu, Timóteo Pinto

Fonte ::: http://timoteopinto.blogspot.com/

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One response to “sincronicidades fnordicas”

  1. satã says :

    sois vós, mas nao somos eu !

    uhul, fucking mind

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